Amor &m Poesia

Jorge Luiz Vargas - Momentos - Eu, você, a Lua e a poesia.

Diário
03/09/2009 13h48
Um Momento, por favor!
Um Momento por favor!

Me emocionei com o carinho aqui escrito. Me emocionei, porque eu jamais imaginei receber a atenção de pessoas queridas por mim, como você, Noic@ e tantos amigos que me escrevem elogiando meus “Momentos”.

Estou me sentindo imensamente feliz com a homenagem e com seu carinho.
Não sei o que dizer... Isso para mim não tem preço, mas tem um valor incalculável.
Eu então só posso dizer: Muito obrigado! Valeu à pena eu dar à luz meus momentos. Valeu à pena, com a cara e a coragem, editar, publicar e estar comercializando sozinho os momentos que vivi e que transformei em poesia.

Meu coração, transbordando pelos olhos minha emoção, só pode lhe dizer...

Um Momento, por favor!
Muito obrigado!
Jorge Luiz Vargas
 
PS... Já viu um homem chorar?
Você está me fazendo assim...
Um choro feliz... Valeu à pena minha amiga!
Jorge

Publicado por Jorge Luiz Vargas em 03/09/2009 às 13h48
Copyright © 2009. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
03/09/2009 13h42
Moment. Please!
Um Momento, por favor! 
 
É dado estatístico o fato de que um grande número de pessoas é como se visse e vivesse a vida como um todo, sem dar a devida importância, destaque e atenção para cada Momento, que é o que realmente compõe a vida. De fato, comprovadamente um grande número, mas por sorte, nem todos.
 
E nessa outra fatia, sou convicta de que estão os Poetas. E dentre tantos poetas bons que tive a felicidade de encontrar, ler, admirar e ainda ganhar como Amigo Querido, está JORGE LUIZ VARGAS, alma de sensibilidade tão profunda, que Inteiramente fragmentou sentimentos poetando maravilhosamente e em “divisões” os Seus MOMENTOS.
 
Seu livro Momentos –Eu, você, a Lua e a poesia- lançado recentemente, além de toda a qualidade poético-literária, conta com o mesmo nível editorial; a capa é mais um show à parte. Na verdade, é mais do que “mais um livro”... É uma obra! E como tal contém os elementos que tecem a teia do sentir sob vários ângulos, muito especialmente pelos veios do coração.
 
Não dá para apenas ser lido. Antes, durante e após, fica e permanece a sensação de que nos foi possível viajar pelo seu próprio sangue, que num olhar atento de quem lê, deixa à mostra qual a verdadeira cor que tingiu tantas páginas. Sua verdadeira marca se incrusta da primeira à última página, como onde ele se revela e diz: ”(...) (só faltava colocar no papel meus momentos”...). ”todos vividos na imensidão de mim, que poderão servir como espelho e reflexão ou simplesmente serem rasgados e espalhados, levados com o vento, como folhas mortas pelo chão”.
 
Aqui replico eu, Jorge: sim, lendo percebe-se o quanto teus Momentos foram vividos na imensidão de ti, que agora chegam a nós, fazendo Nossos Momentos mais doces, mesmo quando alguma poesia “chora” e deixa um pouco de sabor amargoso no canto da boca... Quiçá dos olhos.
 
E tenho certeza de que teus poetares são mesmo espelho, reflexão, e digo, ainda, reflexo. Porém, é indiscutível que erraste em algo meu amigo. Erraste ao dizer que “simplesmente (poderiam) ser rasgadas –poesias/Momentos poéticos- e espalhadas (os), levados ao vento, como folhas mortas ao chão”. Não... Não mesmo! Tua poesia/teus Momentos, amigo, são o reflexo de um espelho onde as pessoas deveras sensíveis se verão refletidas, ainda que não busquem enxergar seu próprio interior. E teus Momentos são, também, as folhas que ao caírem pela maturidade e ao haver completado o ciclo, servirão de mais potente e eficiente adubo em tantos peitos que ainda sonhem e vislumbrem possíveis raios iluminando caminhos que somente a poesia consegue mostrar com transparência e em essência.
 
Assim é o teu livro, amigo. E cada poesia/Momentos segreda o tanto de vivência exatamente como todo e qualquer indivíduo deveria viver/transitar a vida, em e por Momentos. A maior “prova” de que isso é aparente e claro? Na tua poesia “Não me perca”, quando versejas assim “(...) Não me perca, por achar que somos ponto final / Se mal começamos nosso ponto de partida”...). Eis a chave que sempre abriu, a que estará incansavelmente reabrindo e mantendo escancaradas, as janelas do teu Ser-Sentimento, avaliando e (re)criando todos os Momentos. A partir daí, o nascedouro sem fim de novas poesias e novos Momentos.
 
Jorge, Amigo Querido, parabéns pela beleza total e integral do livro/obra. Já é sucesso, não tenho dúvidas. Que este tenha sido o que liberou as gotas inicias, que ainda transbordarão em mais e mais outros... Porque se escrever já “vicia”, em se sabendo que toca almas e agrada tanto, o prazer e a alegria tomam conta, sendo o mais salutar vício, do qual nunca mais se quer ser liberto. Obrigada pelo carinho e por, ao enviar o livro, “acomodar novamente minha visão tão sem foco”, e em alguns Momentos da leitura, me levar a exercitar outra vez e mais intensamente, o sentir mais do que o ver...
 
Veronica de Nazareth-Noic@
 
Veronica de Nazareth é Jornalista, Radialista, Historiadora e Escritora. Atua nos meios de Comunicação, em diversas cidades. Editora dos jornais Enfoque Rural e Della's News. Escreve poesias, crônicas, contos, romances e livros históricos.

 

Publicado por Jorge Luiz Vargas em 03/09/2009 às 13h42
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10/04/2009 23h37
Momentos - Eu, você, a lua e a poesia.
Finalmente um novo filho está nascendo. É verdade... Editar um livro não é fácil.

Primeiro a dificuldade em se encontrar uma editora que queira publicar um livro de poesia de um autor desconhecido. Tentei e não consegui.

Segundo correr atrás de uma editora que lhe facilite a edição e publicação e que possa ser viável, uma vez que fica com o autor todos os custos de se publicar um livro.

Terceiro... O vai-e-vem de textos, capa, revisão, enfim... todo um processo para chegar o dia tão esperado... Ter um filho nos braços.

Portanto publicar um livro é como um parto mesmo... Se espera tanto... mas ele chega. E está chegando...

Momentos – Eu, você, ela e a poesia.

Apresento a vocês a capa do meu primeiro livro que está em fase final de edição na editora Kelps, em Goiânia (GO).

Ela foi escolhida por me passar saudade, nostalgia, aconchego nas nuances do mar, do céu, do encanto da lua... Ferramentas desse poeta, que tira do desaguar da emoção do coração momentos de tristeza e de alegria, sonhos e fantasias, amor e desamor, em forma de poesia.

Em breve estarei divulgando o lançamento e mais informações sobre ele, aqui e no meu site: www.amorempoesia.com.br

Um abraço poético.
Jorge Luiz Vargas
Brasília, DF

Publicado por Jorge Luiz Vargas em 10/04/2009 às 23h37
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24/01/2009 21h39
Meu primeiro livro.
Hoje comecei a preparar meu primeiro livro.

Escrevo há pouco mais de dois anos. Nunca me vi poeta e continuo me qualificando como um  "aprendiz".

Depois de mais de seiscentos textos escritos e após o incentivo que recebo diariamente dos meus amigos que dividem comigo meus momentos, resolvi, então, publicar meu primeiro livro.

Já plantei árvores, onde renderam muitos frutos. Tive um casal de filhos. Só falta escrever um livro.

Das árvores que plantei, algumas brotaram no coração que tive a sorte de conquistar. Outras, na terra fértil que hoje dão frutos e sombra. Outras não vingaram... Talvez por incompetência minha ou do solo onde tentei plantar.

Dos filhos que tive, uma me deu a Aninha, outro ainda procura seu caminho. Os outros filhos que tive e que tenho orgulho são minha poesia, minha história e tudo o que vivi em minha vida.

Só falta agora colocar no papel meus momentos. Sentimentos vividos, dores de amor e desamor, vitórias e derrotas, mas todos vividos na imensidão de mim, que com certeza servirão para reflexão ou simplesmente se rasgarão e se espalharão levados pelo vento, como folhas mortas pelo chão.

Então estou eu aqui, começando um novo capítulo da minha história ou espelho da sua.

Jorge Luiz Vargas

 

Publicado por Jorge Luiz Vargas em 24/01/2009 às 21h39
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Página atualizada em 10.03.10 08:16