Sou taurino. Nasci durante o outono em uma tarde de quinta-feira, período de lua cheia de abril, na cidade de Niterói, Estado do Rio de Janeiro.
Em Brasília, desde junho de 1972. Por esta cidade me apaixonei. Nela me criei, estudei e me formei. Trabalhei e aposentei. Duas vezes me casei, as mesmas me separei, um casal de filhos plantei, uma neta ganhei.
Nunca me imaginei poeta. Mas sempre tive versos no pensamento, nas horas de lamento, das perdas e dos arrependimentos, das idas e vindas, do amor e do desamor, dos encantos e desencantos.
De repente, me vi passando para o papel versos que já tinham prontos no pensamento. Hoje faço poesia, escrevo tristezas e alegrias. Faço em verso e prosa, o que trago no coração, o que me chama a atenção mesmo com revolta ou não.
O que escrevo poderá servir como lição, visto como espelho e guardado no coração. Ou se espalhar - rasgado em pedaços - como folhas mortas pelo chão.